“É preciso ter a mente aberta, mas não a ponto de que o cérebro caia”...
Esta frase martelava em minha mente enquanto pensava nas notícias recebidas via mensagens ou lidas despreocupadamente na tal da timeline de minha vida social virtual.
Ia lendo coisas, vendo toda a movimentação para o evento “Acampamento Terra Livre”, a ser realizado este mês que, segundo alguns mais antenados no esoterismo das coisas, vem de Aprus, o nome etrusco de Vénus, deusa do amor e da paixão.
Apertando a setinha de rolamento de página vou vendo manifestações de apoio a algum movimento feminista; Manifestações políticas raivosas ou sarcásticas sobre a atual conjuntura do circo político que estamos vivendo; Vejo algumas divulgações de retiros e rituais sagrados, onde as “doações” variam de acordo com a “chiqueza” do espaço a ser utilizado. Um pouco enfadado vejo algumas manifestações de apoio ao retorno da ditadura (!)... vindas de pessoas que não tinham nem nascido, quando este funesto e ridículo sistema político deixou de existir. Não posso deixar de pensar que, certamente, o máximo de leitura que estas criaturas devem ter são de postagens de jornalecos que mais parecem tabloides.






