Por: Raial Orotu Puri
Este texto começa com o fenômeno meio poltergeist de um livro que surgiu em minha estante. Bom, o aparecimento em si não foi exatamente classificável como um poltergeist propriamente dito, já que o livro não fez nenhum barulho* que eu tenha notado. Em todo o caso, pelo fato de eu realmente não saber de onde ele veio, houve um certo barulho de meu cérebro em tentar entender de onde raios ele veio. E mais ainda quando atinei sobre seu conteúdo.
O mistério quanto à origem permanece, sobretudo por ter me dado ao trabalho de lê-lo, após o que concluí que jamais, em sã consciência, eu compraria um livro assim. Pensei também que talvez houvesse sido um presente, mas as pessoas de quem costumo receber presentes também negaram serem os presenteadores... A dúvida permanece, portanto.
Escrevo esta crônica, como eu disse, devido a este livro. Não exatamente por sua origem misteriosa, mas pelo que li nele, e que não me agradou. (E, a propósito, espero sinceramente que os próximos surgimentos miraculosos sejam de algum dos muitos títulos ardentemente desejados por mim. Inclusive, aos eventuais interessados, informo que possuo uma lista pronta que pode ser solicitada a qualquer momento...).





